ZZ Jazz no Eixo

Um novo festival de Jazz? Os processos criativos, as novas tecnologias, a fusão esperada de géneros, coloca o jazz num patamar acessível a todos. Com ZZ – Jazz no Eixo, pretende-se que Braga seja contaminada pelo melhor do jazz atual e uma mostra de tendências e inovações várias. Por meio de ousadas opções de programação, diversidade musical e qualidade de boas-vindas, o ZZ oferece um ambiente privilegiado para artistas e público. Em Braga, a proximidade favorecerá o aparecimento de momentos raros. Assim, o ZZ, é para pessoas que realmente amam o jazz.Mas não só! Na verdade, é para pessoas que amam a música. E Braga tem vindo a mostrar isso como poucas cidades, mantendo-se no eixo da criatividade eda oferta.Bem-vindos ao ZZ.
Jaimie Branch
08 de Julho
Baseada em Chicago, a trompetista e compositora norte-americana de 37 anos é uma das mais absolutas bombas do jazz moderno, resiliente e ativista. O trabalho de Jaimie Branch é um desafio à abertura da música que procura não ter género, identidade ou fronteira. Em palco fez-se acompanhar de Lester St Louis, no violoncelo, Jason Ajemian, no contrabaixo, e Chad Taylor, na bateria. Um concerto que marcou a sua estreia em Portugal.
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Thumbscrew
09 de Julho
É sobre o disco Never is Enough de que se tratou a passagem do Thumbscrew pelo ZZ Jazz no Eixo. Em sete anos editaram seis álbuns fazendo do grupo uma das formações mais ativas e excitantes na atualidade do jazz. Em todos, como característica própria, quebram barreiras no género e exploram novos territórios, deixando uma marca inigualável no jazz moderno.
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Dave Douglas e Franco D’Andrea
10 de Julho
É sobre o disco Never is Enough de que se tratou a passagem do Thumbscrew pelo ZZ Jazz no Eixo. Em sete anos editaram seis álbuns fazendo do grupo uma das formações mais ativas e excitantes na atualidade do jazz. Em todos, como característica própria, quebram barreiras no género e exploram novos territórios, deixando uma marca inigualável no jazz moderno.
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Lan Trio [Laginha, Arguelles & Norbakken]
11 de Julho
Lan trio trouxe a palco o álbum Atlântico, disco que exalta a leveza da água salgada estival, com os perfumes das terras que o oceano banha. Nele encontra-se também o continente africano nos ritmos persistentes, metronómicos e soltos de Helge Andreas Norbakken que casa na perfeição com a abordagem de Mário Laginha ao teclado, combinando algum vigor nas repetições ao lado dos desvarios de Norbaken e com os silêncios espaçados do sopro de Julian Argüelles.
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Ricardo Toscano - A Love Supreme
15 de Julho
Para este concerto Toscano dedicou todo o programa a John Coltrane, escolhendo para tal o álbum A Love Supreme, o melhor disco que Coltrane deixou para a posteridade. Não foi por arrogância ou presunção que Ricardo Toscano (saxofone alto), João Pedro Coelho (piano), Romeu Tristão (contrabaixo) e João Lopes Pereira (bateria) se atreveram a pegar em tamanha obra-prima, mas por devoção e em homenagem a um músico que jamais será esquecido.
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Luís Vicente Quartet
16 de Julho
O trompetista português Luís Vicente tem-se destacado pela sua intensa atividade ao longo da última década, desenvolvendo música livre ou composta. O compositor e instrumentista dá-se entre apresentações solo ou formações em trio ou quarteto, tendo levado a palco importantes colaborações com influentes músicos norte-americanos. Foi com base na relação de partilha que Luís Vicente convidou Luke Stewart, para se juntar à digressão onde preparou um reportório especial, explorando um arrojado caminho de criação, experimentação e invenção.
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Mimi Froes
17 de Julho
Mimi Froes assume voz, texto e música em tudo o que faz. É uma escritora de canções nata. O trabalho personalizado, intimista, de forte humanismo latente, constitui peças-chave quando nos deparamos com uma artista como Mimi Froes. Desde cedo se destacou para milhões de pessoas até à brilhante presença no Factor X (Portugal), com 16 anos de idade. Agora (22), e estudante em busca da melhor canção, Mimi Froes apresenta uma maturidade vincada no tratamento que dá à composição em português com a pop como pano de fundo.
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Orquestra Galega de Liberación
17 de Julho
Considerados uma das propostas mais estimulantes do jazz contemporâneo espanhol, Sumrrá estão de volta aos álbuns. Depois de 21 anos juntos e centenas de espetáculos em todo o mundo, o trio de jazz mais internacional da Galiza apresenta o seu sétimo disco, “Sumrrá 7 Visións”.O pianista Manuel Gutierrez, o contrabaixista Xacobe Martínez Antelo e o baterista L.A.R. Legido criam um novo trabalho discográfico que resulta de um entendimento único do que é fazer música ao vivo.
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Rita Payés & Elisabeth Roma
18 de Julho
Para o seu último projeto “Imagina”, a jovem trombonista e cantora catalã Rita Payés Roma une-se à sua mãe Elisabeth Roma, uma guitarrista clássica de exceção. Mãe e filha dão o seu toque pessoal à música que acompanhou as suas vidas, desde melodias tradicionais da Catalunha, à bossa nova, fado ou boleros. Este projeto é um ponto de encontro entre duas gerações, dois pontos de vista. Não é apenas jazz, nem clássico. É uma interpretação altamente pessoal das músicas preferidas de Rita e Elisabeth.
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